Carnaval 2020: a Império de Casa Verde saúda o povo libanês

Marhaba Lubnãn! As águas do Mar Mediterrâneo e do Oceano Atlântico se unem para homenagear o Líbano

Por Gislaine Vicente. Fotos :Flávia Medinna

Mais uma escola de samba de São Paulo traz o seu enredo em homenagem a um povo. Desta vez, a Império de Casa Verde busca mais um título, contando a história do Líbano, país pequeno, mas que possui número significativo de nativos morando no Brasil. Em dezembro, a sede do Esporte Clube Sírio, na zona Sul da capital paulista, recebeu integrantes da escola para uma confraternização entre libaneses e seus descendentes com sambistas do Tigre.

Apesar da localização no Oriente Médio, na extremidade oriental do Mar Mediterrâneo, o Líbano faz fronteira com a Síria ao Norte e a Leste; e pelo lado Sul do país está Israel, na junção de três continentes: Europa, Ásia e África. A costa marítima é estreita ao longo de sua margem Oeste. A capital, Beirute, é a maior cidade libanesa.
bandeira nacional apresenta o cedro do Líbano em verde sobre um fundo branco, com duas listras vermelhas de dois quartos de altura horizontal na parte superior e inferior. O nome Líbano (também “Loubnan” ou “Lebnan“) é derivado da raiz semita “LBN”, que significa “branco”, referência ao Monte Líbano normalmente coberto pela neve.
Várias personalidades prestigiaram o evento. Entre elas, o diretor da Sociedade Internacional de Educação Líbano-Brasileira (Sielbra) e ex-vereador de São Paulo  Mohamad Said Mourad, que salientou a importância do evento e do enredo: “Muitas comunidades de diversos países já tiveram o privilégio de ter sua história contada na Passarela do Samba: agora chegou a vez dos libaneses.”, disse o também educador.

O diretor da Sielbra, Mohamad Said Mourad, cumprimenta o pavilhão da Império da Casa Verde

Segundo historiadores, são mil anos de história. O nome do país é encontrado em caracteres cuneiformes babilônicos e em hieróglifos egípcios, que datam de 2 mil anos a.C.

Na Bíblia, é citado 92 vezes, nas páginas do Velho Testamento. Até o maior de todos os homens, Jesus Cristo, e vários profetas passaram por lá, o que faz desse pequeno país parte da “Terra Santa” paras as três maiores religiões monoteístas: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.

Aos Fenícios, juntaram-se os hititas, assírios, hebreus, árabes, egípcios, curdos, turcos, gregos, romanos, babilônicos e até boa dose de sangue europeu, quando os Cruzados chegaram à região, na Idade Média; assim como os latino-americanos, quando das emigrações para a América Latina, e o posterior retorno dos emigrados ao Líbano. O país dos cedros é uma verdadeira diversidades nos planos humano e geográfico e também em termos de comunidades religiosas, paisagens e climas, hábitos e costumes.

Cada comunidade religiosa tem suas tradições. Durante as festas, as manifestações são pitorescas e, na montanha, ouvem-se sinos das igrejas cristãs que se mostram às vozes dos “muezzins” (o arauto das mesquitas que chamam os muçulmanos à oração), equiparando-se aos cantos gregorianos.

Contar histórias é um dom dos libaneses assim como a gastronomia única aliada a um bom café.

A fênix é uma ave mitológica, símbolo da imortalidade:a única que pode viver mil anos. Segunda a lenda, essa ave vinha da Índia visitar o Líbano a cada cem anos, onde se queimava em âmbar e incenso para renascer de suas cinzas, após três dias, para depois regressar à terra natal. Em uma analogia com o Líbano, pode-se dizer que “a Nação nasce e renasce depois de suas várias destruições, ao longo dos séculos.  Beirute é importante referência para a história porque a cidade detém o título de “A Cidade que se recusa a desaparecer”.

Teria sido em Beirute que Jorge da Capadócia realizaria seu maior feito: matar o dragão, tornando-se Padroeiro da localidade. Os muçulmanos chamam-no de “Khodr”, e entre os cristãos há mesquitas e pessoas que se chamam “Jorge”, em homenagem ao grande guerreiro.

Escavações arqueológicas encontraram sementes de uva que datam da Idade da Pedra e indicam que o vinho já era produzido por essas terras: romanos construíram em Balbeck, o maior templo ao deus do Vinho: Baco!

Vale ressaltar que outras características e belezas do Líbano também são guardadas a sete chaves pelo carnavalesco Flávio Campello, que só serão reveladas na avenida. A Império de Casa Verde será a sexta escola a desfilar na sexta-feira de carnaval, dia 21 de fevereiro de 2020, no Sambódromo do Anhembi.

Publicado em preta joia, acesse aqui a matéria completa.

Leia o artigo sobre Alimentação natural e energia: dupla de sucesso com o prof. Davison Borges

Por Gislaine Vicente para a Revista Moov | SAÚDE

Você sabia que os alimentos possuem sua própria frequência e os que são crus e vivos promovem melhor absorção dos nutrientes?

A energia dos alimentos é um tema muito discutido entre especialistas e demais interessados em manter ou ganhar qualidade de vida. Formado pelo Centro de Estudos e Acupuntura e Terapias Alternativas, especialista em radiestesia e radiônica, palestrante e pesquisador sobre nutrição, o engenheiro Davison Borges reúne muitas informações sobre o universo da alimentação natural, incluindo-se também a vegetariana, vegana e macrobiótica.

No mês de outubro, em uma de suas palestras, Davison Borges discorreu sobre o fluxo de energia presente nos alimentos e revelou a frequência de alguns deles: alimentos frescos e ervas aromáticas, 20-27 Hz; alimentos desidratados, 15-22 Hz; alimentos processados e enlatados, 0 Hz. Curioso, não? Os alimentos guardam uma frequência própria e há diferenciação quanto à energia presente em alimentos crus, vivos, cozidos e não-vivos.

Por ser também acupunturista, ele abordou temas como o equilíbrio dos chakras, e sua influência direta em nossa saúde, assim como a radiância da aura, que refletem nosso nível de bem-estar e as escolhas alimentares que fazemos, bem como a absorção dos nutrientes contidos na cadeia alimentar.

Outro ponto abordado e que desperta curiosidade é a cromoterapia. O especialista explicou que cada cor reserva uma função terapêutica, em conjunto com os chacras, que atuam sobre o organismo. A técnica permite que, por meio das cores, o equilíbrio e a harmonia se estabeleçam no corpo físico, na mente, no espírito, energizando pessoas e até animais.

Não por acaso, a Medicina chinesa coloca à disposição dos adeptos agulhas que equilibram a energia. Para possíveis males que apareçam, como por exemplo, os processos inflamatórios, as agulhas são aplicadas em pontos previamente estudados há milênios.

Para uma cura mais natural e completa, Davison recomenda alimentação saudável e equilibrada, inclusive para portadores de doenças crônicas, como diabetes e câncer, baseando-se em pesquisas nacionais e internacionais.

“Precisamos dessa conscientização porque nos ‘envenenamos’ por não saber como agir corretamente. O que colocamos no prato pode nos dar mais energia e saúde, sem que tenhamos que recorrer a suplementos alimentares”, explicou o professor, ao apontar os quatros venenos brancos: açúcar, sal, farinha e leite. Ficou interessado? Consulte nossos próximos encontros com Davison Borges.

O PODER E A ENERGIA DOS ALIMENTOS NATURAIS – Saiba mais sobre o poder dos alimentos naturais, crus e vivos, o quanto podem ser saborosos, além de dicas para a obtenção de melhor absorção dos nutrientes e da energia que se obtém deles para conquistar uma vida mais longeva e saudável. Com o prof. Davison Borges, pesquisador sobre nutrição, engenheiro eletrônico e pós-graduado em Telecomunicações (FEI) e em Administração e Marketing (FECAP). Formado em acupuntura pelo Centro de Estudos e Acupuntura e Terapias Alternativas, especialista em radiestesia e radiônica, palestrante sobre temas para o aprimoramento e desenvolvimento humano.

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Conheça a empresa da Dona do Pedaço​

Jorge Sousa, professor, palestrante, empreendedor e consultor

Na Novela das 21:30 da Globo, Maria da Paz é uma “boleira” que montou uma rede de 22 lojas em poucos anos.

Na realidade, mais do que uma personagem de ficção, ela representa uma parcela significativa dos Empreendedores brasileiros.

Apesar de haver criado um produto “tecnicamente” maravilhoso, Maria da Paz tem o DNA para fazer negócios, mas não se preparou para ser uma Empresária. A despeito de haver crescido rapidamente, a Bolos da Paz chegou num estágio em que necessita algo mais do que entusiasmo, instinto e dedicação.

Maria da Paz aprendeu a fazer bolos de alta qualidade com a avó (uma habilidade “técnica”). Começou empurrando um carrinho pelas ruas de São Paulo (um começo duro, padrão de todo novo empreendimento). Economizou dinheiro e montou “uma portinha” para vender

seus bolos (a fase do sacrifício). Os clientes adoraram o produto (como muitas vezes acontece). E ela não parou mais de crescer (como também é normal). Durante alguns anos, o que sobrava do dinheiro conquistado com o suor do trabalho era investido na Empresa.

E, então, Maria da Paz se tornou uma grande “boleira”, e não conseguiu se transformar em “Empresária”.. Não acredita em Planejamento. Mistura o caixa da Empresa com os gastos pessoais. Não tem processos estruturados (seu padrão de qualidade é definido por uma “provadora” que enfia o dedo na massa dos bolos para testar o sabor). Tem um Gestor Financeiro de ótimo nível, mas não o escuta mais e o desrespeita permanentemente. Toma decisões por conta própria (“sou a dona disso aqui” costuma repetir). Comprou uma mansão. Encheu a “Empresa” de parentes e amigos. Distribuiu cargos que não agregam valor.

De repente, o ciclo se inverteu. Maria ficou rica e a empresa ficou pobre. O Caixa começou a “ficar curto”. Chegaram os empréstimos para cobrir compromissos de curto prazo. A “Empresa” passou a se financiar com dinheiro “caro”. Os fornecedores já não recebem em dia. Os recursos ficaram insuficientes até para comprar matéria prima. O produto carro chefe (bolo de chocolate) já não pode ser fabricado porque não há caixa para comprar os ingredientes. Os clientes começaram a reclamar e até a devolver os bolos por estarem secos e endurecidos.

Mesmo sem que se tenha acesso aos números, pelos “sintomas” já é possível saber que as vendas estão caindo, o endividamento (principalmente de curto prazo) está alto. Não tem mais Capital de Giro próprio – depende de capital de terceiros , bancos e financeiras. As Despesas Operacionais estão subindo. Não tem mais liquidez para saldar os compromissos. Ou seja, a “Empresa” caminha rapidamente para se tornar não operacional.

A “boleira” Maria da Paz segue, enfim, um roteiro familiar a muitos Empreendedores brasileiros.

Na novela, certamente, como num passo de mágica, tudo vai se resolver e a mocinha vai voltar a ser próspera e rica. Na vida real, no entanto, o desfecho, normalmente, não seria tão feliz.

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