A partir de outubro de 2021, aulas e encontros sobre cultura árabe

A partir de 2/10/2021, a Sielbra dará início ao curso livre de língua árabe (clássico e popular) e encontros sobre a cultura árabe. Aprenda a língua árabe e sua cultura milenar, em três níveis: básico, intermediário e avançado.

A metodologia, o material e os excelentes professores fazem da Sielbra a melhor opção para o estudo personalizado do árabe e o conhecimento de seus aspectos culturais.

Metodologia: a proposta é desenvolver a conversação e a compreensão escrita e auditiva, com o auxílio de material de apoio, livro e recursos audiovisuais. Portanto, voltado à necessidade do aluno, em seu âmbito profissional e acadêmico. Cada aula será dedicada a compreender a função e a escrita de uma letra, com foco na escrita clássica da língua árabe, conhecimento que se soma à conversação do árabe popular.

DOCENTE – Daad Ebid – professora nativa de idioma árabe, com grande experiência profissional (Centro Cultural Árabe-Sírio e no ensino a jornalistas).

Qual a duração do curso? 4 meses. Qual a carga horária total? 45h e atividades complementares.

HORÁRIO – Cada aula tem duração de 90 minutos, perfazendo 180 minutos por semana.

Às segundas e quartas, das 10h às 11h30; ou das 17h às 18h30; ou das 19h30 às 21h (condicionado à formação de turma mínima de 3 alunos e máximo de 7). Início: 4 de outubro de 2021.

Às terças e quintas, das 10h às 11h30; ou das 17h às 18h30; ou das 19h30 às 21h (condicionado à formação de turma mínima de 3 alunos e máximo de 7). Início: 6 de outubro de 2021.

Aos sábados, das 9h30 às 12h30 e das 14 às 17h. Início: 2 de outubro de 2021.

INVESTIMENTO: R$ 1.200,00 para os 4 meses do curso, que podem ser divididos em até 4 vezes no cartão de crédito; ou pago via boleto; ou transferência digital. À vista, 1.080 com MATERIAL DIDÁTICO INCLUSO (livro).

CERTIFICAÇÃO – desde que o aluno tenha 70% de presença às aulas e entregue atividades propostas e alcance nota mínima exigida na avaliação!

Entre em contato com nossa equipe acadêmica para mais informações sobre horários disponíveis para as aulas presenciais (com limite do número de alunos e distanciamento social, além de todos os cuidados ambientes), e faça sua matrícula on-line.

Na sua matrícula, traga um amigo e ganhe 10% de desconto. Informações: (11) sielbra.educacao@gmail.com, pelo whatsapp (11) 95209-8596 e (11) 5587-2222.

A escola de samba – 1970 a 2000: por dentro da escola

Informações sobre o curso: O objetivo é inserir os participantes no contexto histórico e na estrutura do Carnaval moderno. Descreveremos as mudanças de paradigmas na década, as questões estéticas e sociais, como, por exemplo, a proibição do Entrudo, as mães baianas, os Sambas de Terreiro, a criação do Samba-Enredo. As mudanças no Carnaval moderno: da preparação ao desfile, os grandes carnavalescos,  a década de 70 para as Escolas de São Paulo e as influências do Rio, super-escolas de Samba S/A, e a Era do Sambódromo.

Docentes: Gislaine Vicente e Marcus Marmello

Carga horária4h – Investimento: R$ 250

Quando: EM BREVE!

Metodologia: Aula expositiva, com apresentação de cases e material multimídia.

Conheça nosso programa:

Público-alvo: pessoas interessadas em cultura popular, com algum conhecimento ou não sobre o samba e sua induústria, profissionais da área de comunicação.

Marcus Marmello – tem formação em arquivologia pela Universidade do Rio de Janeiro – UniRio,  trabalhou no projeto memoria da vale do Rio Doce e em organização de acervos documentais, fotograficos e de filmes, militou no teatro amador no RJ, sendo diretor da associação de teatro amador carioca, nasceu e cresceu no bairro de Irajá no Rio de Janeiro onde teve contato com antigos sambistas da Portela e do Império Serrano, Jongueiro, compositor, intérprete e pesquisador de samba, estuda a história e composição de sambas a mais de 30 anos.

Gislaine Vicente – Jornalista (Un. Braz Cubas) e pós-graduada pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e Unibero; especialista em Carnaval e Afrocultura. Trabalha desde 1990 em meios de comunicação, tendo passado por grandes veículos, como TVs Globo, Record, Rede TV! e SBT, agências de notícias como AgEstado/ O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo (Publifolha), Sistema Globo de Rádio/ CBN, rádio Nativa, ECAD, Metrô News, Agnelo Pacheco (Publicidade), entre outros. Em todos os veículos cobriu os desfiles de escola de samba dos grupos Especial e de Acesso de SP e RJ, além de confeccionar os books de transmissão e da UESP. Foi jurada de eliminatórias de samba-enredo e editora do livro A geografia do Samba na cidade de São Paulo, de Alessandro Dozena (Polisaber).

Pré-requisito: sem pré-requisitos.

INSCRIÇÃO – por e-mail: sielbra.educacao@gmail.com | Ou pelo whatsapp: (11) 95209-8596.

IMPORTANTE: ao fazer a inscrição, fornecer nome completo, celular para contato e RG e responder as respectivas perguntas:

FORMA DE PAGAMENTO – à vista ou em 2 vezes, no cartão de crédito, débito ou transferência bancária.

CERTIFICADO – concedido pela SIELBRA – Sociedade Internacional de Educação Líbano-Brasileira

Carnaval 2020: a Império de Casa Verde saúda o povo libanês

Marhaba Lubnãn! As águas do Mar Mediterrâneo e do Oceano Atlântico se unem para homenagear o Líbano

Por Gislaine Vicente. Fotos :Flávia Medinna

Mais uma escola de samba de São Paulo traz o seu enredo em homenagem a um povo. Desta vez, a Império de Casa Verde busca mais um título, contando a história do Líbano, país pequeno, mas que possui número significativo de nativos morando no Brasil. Em dezembro, a sede do Esporte Clube Sírio, na zona Sul da capital paulista, recebeu integrantes da escola para uma confraternização entre libaneses e seus descendentes com sambistas do Tigre.

Apesar da localização no Oriente Médio, na extremidade oriental do Mar Mediterrâneo, o Líbano faz fronteira com a Síria ao Norte e a Leste; e pelo lado Sul do país está Israel, na junção de três continentes: Europa, Ásia e África. A costa marítima é estreita ao longo de sua margem Oeste. A capital, Beirute, é a maior cidade libanesa.
bandeira nacional apresenta o cedro do Líbano em verde sobre um fundo branco, com duas listras vermelhas de dois quartos de altura horizontal na parte superior e inferior. O nome Líbano (também “Loubnan” ou “Lebnan“) é derivado da raiz semita “LBN”, que significa “branco”, referência ao Monte Líbano normalmente coberto pela neve.
Várias personalidades prestigiaram o evento. Entre elas, o diretor da Sociedade Internacional de Educação Líbano-Brasileira (Sielbra) e ex-vereador de São Paulo  Mohamad Said Mourad, que salientou a importância do evento e do enredo: “Muitas comunidades de diversos países já tiveram o privilégio de ter sua história contada na Passarela do Samba: agora chegou a vez dos libaneses.”, disse o também educador.

O diretor da Sielbra, Mohamad Said Mourad, cumprimenta o pavilhão da Império da Casa Verde

Segundo historiadores, são mil anos de história. O nome do país é encontrado em caracteres cuneiformes babilônicos e em hieróglifos egípcios, que datam de 2 mil anos a.C.

Na Bíblia, é citado 92 vezes, nas páginas do Velho Testamento. Até o maior de todos os homens, Jesus Cristo, e vários profetas passaram por lá, o que faz desse pequeno país parte da “Terra Santa” paras as três maiores religiões monoteístas: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.

Aos Fenícios, juntaram-se os hititas, assírios, hebreus, árabes, egípcios, curdos, turcos, gregos, romanos, babilônicos e até boa dose de sangue europeu, quando os Cruzados chegaram à região, na Idade Média; assim como os latino-americanos, quando das emigrações para a América Latina, e o posterior retorno dos emigrados ao Líbano. O país dos cedros é uma verdadeira diversidades nos planos humano e geográfico e também em termos de comunidades religiosas, paisagens e climas, hábitos e costumes.

Cada comunidade religiosa tem suas tradições. Durante as festas, as manifestações são pitorescas e, na montanha, ouvem-se sinos das igrejas cristãs que se mostram às vozes dos “muezzins” (o arauto das mesquitas que chamam os muçulmanos à oração), equiparando-se aos cantos gregorianos.

Contar histórias é um dom dos libaneses assim como a gastronomia única aliada a um bom café.

A fênix é uma ave mitológica, símbolo da imortalidade:a única que pode viver mil anos. Segunda a lenda, essa ave vinha da Índia visitar o Líbano a cada cem anos, onde se queimava em âmbar e incenso para renascer de suas cinzas, após três dias, para depois regressar à terra natal. Em uma analogia com o Líbano, pode-se dizer que “a Nação nasce e renasce depois de suas várias destruições, ao longo dos séculos.  Beirute é importante referência para a história porque a cidade detém o título de “A Cidade que se recusa a desaparecer”.

Teria sido em Beirute que Jorge da Capadócia realizaria seu maior feito: matar o dragão, tornando-se Padroeiro da localidade. Os muçulmanos chamam-no de “Khodr”, e entre os cristãos há mesquitas e pessoas que se chamam “Jorge”, em homenagem ao grande guerreiro.

Escavações arqueológicas encontraram sementes de uva que datam da Idade da Pedra e indicam que o vinho já era produzido por essas terras: romanos construíram em Balbeck, o maior templo ao deus do Vinho: Baco!

Vale ressaltar que outras características e belezas do Líbano também são guardadas a sete chaves pelo carnavalesco Flávio Campello, que só serão reveladas na avenida. A Império de Casa Verde será a sexta escola a desfilar na sexta-feira de carnaval, dia 21 de fevereiro de 2020, no Sambódromo do Anhembi.

Publicado em preta joia, acesse aqui a matéria completa.